Ressonância Magnética de Campo Aberto

  • 7 de janeiro de 2021

Saiba quais são as vantagens para os pacientes

A ressonância magnética é capaz de gerar imagens internas do corpo humano com alta definição. O exame ocorre de forma indolor e, em geral, tem duração média de 20 a 40 minutos, dependendo da região estudada. Trata-se de um análise que retrata imagens dos órgãos através de campo magnético, com alta qualidade, desta forma, é indicada para verificar possíveis quadros que exigem mais detalhamento, tais como:

  • Esclerose múltipla;
  • Tumores;
  • Infecções nas articulações;
  • Tendinite;
  • Derrames no estágio inicial, entre outros.

Quais as vantagens da Ressonância Magnética de Campo Aberto?

A estrutura de campo aberto possui design diferenciado. No lugar do túnel utilizado pela ressonância magnética convencional, este moderno aparelho contém um grande disco horizontal, posicionado acima do paciente, permitindo que todas as laterais fiquem abertas, aumentando assim o bem-estar e diminuindo o risco de sensações claustrofóbicas em pacientes sensíveis. 

De acordo com o médico radiologista, Dr. Danilo Ducatti, um dos principais diferenciais da  ressonância de campo aberto em relação às demais é o conforto para os pacientes, “a amplitude proporcionada pela abertura lateral do aparelho fornece ao paciente uma experiência menos desagradável, facilitando a sua realização de exame”, explica Dr. Danilo.

Nos casos de necessidade de aplicação do contraste, não é necessária a saída do paciente da máquina, de modo a facilitar o processo e não expor o paciente a situações de estresse ou medo, como indica Dr. Danilo “quando necessário utilização de contraste endovenoso, o acesso do técnico ao paciente é facilitado pela abertura lateral referida, não sendo necessário remover o paciente do túnel da RM”.

Além de ter a sensação menor de ‘encarceramento’, os pacientes conseguem acompanhar a movimentação da sala e o seu entorno. Porém, de acordo com o médico, há ainda assim alguns pacientes que não conseguem realizar o exame acordados. Nesses casos, realiza-se outro método diagnóstico quando possível (sempre a critério do médico assistente) ou opta-se pela sedação. 

“Apesar de a RM de campo aberto reduzir muito as crises claustrofóbicas, a sedação não é dispensada a todos os pacientes, devendo cada caso ser individualizado. A RM Por se tratar de um método de muita definição anatômica, demora mais tempo do que outros exames diagnósticos, sendo também de fundamental importância que o paciente não se mova durante a aquisição do estudo, sob o risco de degradar as imagens (imagens borradas). Por isso, quando estamos diante de pacientes que por diversas condições não conseguem manter o repouso pelo tempo necessário para a realização do estudo (bebês e crianças, pacientes muito claustrofóbicos, pacientes que não conseguem permanecer parados por períodos prolongados, etc), pode-se lançar mão da sedação. Deve-se levar em conta também que todo procedimento de sedação é realizado por profissionais habilitados para tal”, contextualiza Dr. Danilo.

Estrutura de ponta

O Lima Diagnóstico Radiológico (LDR) possui ampla capacidade de atendimento, aparelhos extremamente eficazes no que se refere ao diagnóstico por imagem e uma equipe de profissionais experientes. Ao proporcionar salas de exame acolhedoras e tecnologia capaz de produzir menores taxas de ruídos, o LDR, além de permitir a realização de determinados exames no aparelho de ressonância magnética de campo aberto, também preza pelo atendimento realizado por uma equipe experiente, que visa sempre o bem-estar do paciente e a agilidade na realização dos exames e entrega dos laudos.

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|Responsável Técnica Dra. Lílian de Lima 

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|Médico radiologista Dr. Danilo Ducatti 

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